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O ridículo da Sociedade, o (mais que ridículo) dos nossos políticos... e muito mais!!!

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Categoria: 25 - Dietas

06/07/2008 GMT 1

Enciclopédia do emagrecimento.

botabaixo @ 00:26

enciclopedia_do_emagrecimento.jpg

Este é um livro com 12 capítulos sobre emagrecimento. Aprenda como emagrecer, o que comer, os remédios que pode tomar, que exercícios fazer, etc.. Saiba também várias curiosidades e aprenda a fazer receitas light, já que como diz o livro "emagrecer não é fechar a boca"...
Em Português do Brasil (100% entendível também para os Portugueses) este é um excelente livro, muito ilustrado e com uma linguagem simples. Não perca.

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01/05/2008 GMT 1

Enciclopédia do Emagrecimento.

botabaixo @ 18:07

enciclopedia-do-emagrecimento.jpg

Enciclopédia do Emagrecimento - 12 Fascículos!

Aprenda como emagrecer com saúde.

Tamanho:11 mb

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26/04/2008 GMT 1

Santas e anoréxicas

botabaixo @ 11:51

Na idade média, gordura era sinal de prosperidade e beleza. Tal exuberância causou indignação entre jovens religiosas, que passaram a recusar alimento.

por Moacyr Scliar

09bathshsantas-e-anorexicas.jpgPor muitos e muitos milênios, e ainda hoje, para vastos contingentes populacionais a falta de alimento, não o excesso deste, constituía ameaça à saúde. Magreza era um perigo; estava associada com muitas doenças, sobretudo a tuberculose. Gordura, pelo contrário, era sinal de saúde.

Estes conceitos mudaram radicalmente. Obesidade, sabe-se hoje, predispõe a doenças. O obeso é, não raro, olhado com irritação; afinal, comer é uma forma primária, e fácil, de gratificação; remete à oralidade da infância. O obeso ocupa espaço, num mundo em que a expressão “estou buscando meu espaço” é constantemente repetida. Obesidade gera culpa e é combatida com providências às vezes drásticas. Mulheres jovens, sobretudo, restringem dramaticamente a ingestão de alimentos, não raro chegando à anorexia nervosa, uma situação que, entre parênteses, só no século XIX foi rotulada como doença. Uma doença para a qual chamaram a atenção os óbitos da cantora americana Karen Carpenter e, mais recentemente, da modelo brasileira Ana Carolina Reston Macan.

A anorexia começou a se tornar visível no início da Idade Moderna. Depois de séculos de pobreza medieval, a Europa entrou num período de prosperidade: as pessoas das classes mais elevadas passaram a se vestir bem, morar bem, comer bem – e muito. A gordura era sinal de prosperidade e, nas mulheres, de beleza, como mostram os quadros de Rubens (1577-1640). Esta exuberância suscitou protestos que, sobretudo entre religiosas jovens, tomaram a forma de recusa do alimento. Um exemplo clássico é o de Santa Catarina de Siena. Nascida em 1347, ela foi educada por uma mãe dominadora, com quem tinha uma relação conflituosa. Muito cedo começou a ter visões místicas e, a partir daí, passou a recusar o alimento e a se flagelar. Só comia alguns vegetais e frutas para não chocar demasiadamente as pessoas com quem convivia. A fragilidade de seu corpo antecipava uma morte precoce e, de fato, faleceu aos 33 anos. Já Santa Maria Madalena de Pazzi (1566-1607) via a vontade de comer como tentação do Diabo; Santa Rosa de Lima (1586-1617), além de jejuar, usava cilício e dormia em cama forrada de cacos de vidro, espinhos e pedras. Às sextas-feiras, dia da Paixão de Cristo, Santa Verônica Giuliana (1660-1727) ingeria apenas cinco sementes de laranja, evocando as cinco chagas de Jesus.

Séculos depois, movida por motivação similar, uma escritora francesa também ficaria conhecida pela anorexia: Simone Weil (1909-1943). De uma culta e abastada família judaica, Weil muito cedo tornou-se militante esquerdista e foi trabalhar como operária numa fábrica: penosa experiência, que retratou em La condition ouvrière (A condição operária). Deixou o judaísmo e passou a praticar um cristianismo peculiar, místico. Seu ascetismo manifestava-se na recusa de alimentos, coisa que aliás vinha desde a infância: aos 5 anos negava-se a comer açúcar, porque o uso do produto era racionado entre soldados franceses que lutavam na Primeira Guerra. Durante a Segunda Guerra, exilada nos Estados Unidos, limitava-se a ingerir o equivalente das rações dadas aos seus concidadãos na França ocupada: sentia-se culpada por ter alimento quando tanta gente passava fome e por ser poupada da guerra enquanto tantos soldados morriam. Seguiu-se a desnutrição, agravando a tuberculose de que já sofria; e, por fim, faleceu em Londres, onde tentava participar da resistência contra os nazistas. Sua trágica existência, mostra, entre outras coisas, que o alimento pode ter um aspecto simbólico importante. Tão importante que às vezes é capaz de ceifar vidas.

07/04/2008 GMT 1

Open Fitness.

botabaixo @ 23:30

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Registre seus treinos, sua alimentação, dietas e muito mais. O programa permite registrar todas as suas atividades como ginástica, musculação entre outros treinos, você também pode imprimir as informações mandar por e-mail e muito mais. Possui utilitário de instalação e desinstalação.

6.39 MB

Receitas Vegetarianas.

botabaixo @ 19:47

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O padrão de refeições vegetarianas é baseado numa larga variedade de alimentos que satisfazem, são deliciosos e saudáveis.
Este livro apresenta 70 receitas vegetarianas. Contem receitas de Entradas (Pães, salgados, manteigas e saladas), de Sopas, de Pratos principais, de Sobremesas (bolos, pudins, biscoitos e compotas) e de Bebidas. Inclui ainda um glossário com informações e dicas sobre os ingredientes menos conhecidos.

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  • Tamanho: 219 KB

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03/02/2008 GMT 1

Tabela da Dieta dos Pontos.

botabaixo @ 23:01

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Tabela completa da dieta dos pontos. Toda em ordem alfabética para localizar rapidamente a quantidade de pontos de cada alimento.

119 KB

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