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Categoria: 06 - Curiosidades

23/07/2008 GMT 1

Os Fantasmas do Tsunami.

botabaixo @ 22:44

tsunamifantasma.gif

Sobreviventes do tsunami que atingiu a Ásia no fim de Dezembro de 2004 dizem estar vendo fantasmas, inclusive, alguns recorrem a exorcismos usando até pizza para tentar "acalmar as suas almas".
Lek, por exemplo, fica nervoso ao falar dos passageiros que entraram em seu triciclo motorizado na noite de 6 Janeiro de 2005.

"Vá para Kata Beach", disseram para ele sete turistas estrangeiros depois de concordar em pagar uma tarifa de 200 Baht, segundo seu relato. Ele conduziu por um tempo, mas depois sentiu todo o corpo amortecido.

Olhando em volta, ele viu o seu veículo vazio. Lek teve o que acredita ser um encontro com fantasmas que, muitos dizem, estão assombrando as praias e estâncias da costa tailandesa.

E os amuletos que ele usa no pescoço não o estão ajudando a dissipar seus temores.
"Eu não consigo superar isso. Eu tenho que arranjar um novo trabalho. Eu tenho uma filha para sustentar, mas estou apavorado demais para trabalhar à noite", disse ele.

Na praia de Patong, místicos chineses chegaram mesmo a executar exorcismos nas semanas depois da tragédia. Monges vestidos de branco da seita Pu Ta Gong oraram e ofereceram alimentos aos espíritos.

Oferendas especiais de pizza foram incluídas para espíritos de estrangeiros. Roupas, papel e dinheiro foram queimados para ajudá-los a passar para o "além".

Outras aparições que foram notificadas incluem uma mulher estrangeira cujos gritos ecoam pela noite dos escombros de um hotel que foi bastante atingido pelos tsunamis. Um guarda de segurança do local já deixou o emprego porque não aguentava mais a situação.

Em Khao Lak, uma família local diz que seu telefone toca constantemente dia e noite. Quando se atende o telefone, ouvem-se vozes de amigos e parentes gritando por socorro.

A Mansão de Winchester.

botabaixo @ 22:30

winchester_house_sm.jpg

Depois que o herdeiro da Companhia de Armas Winchester morreu, sua viúva Sarah descobriu que estava amaldiçoada. O motivo seriam as armas criadas pela companhia da família, que causaram milhares de mortes e eles queriam vingança.

Ela acreditava que a sua única chance para viver uma vida normal seria construir uma casa, e continuar construindo. Se a casa não ficasse pronta nunca, nenhum fantasma se estabeleceria ali. A casa conta com várias características que eram usadas para pegar ou confundir espíritos. Há portas que são pequenas e que não levam a lugar nenhum e janelas que tem a vista para outras partes da casa. A mansão é enorme, mas só há dois espelhos na casa toda. Isso porque Sarah acreditava que os fantasmas tinham medo do seu próprio reflexo.

Depois de 39 anos administrando a construção constante da mansão, Sarah morreu enquanto dormia aos 83 anos de idade. Muitos eventos estranhos ocorreram ao longo dos anos, e ainda há relatos até hoje. Psíquicos que visitaram a casa acreditam que muitos espíritos vagam pela mansão, ao lado do fantasma de Sarah Winchester!

Há várias manifestações, como passos, portas batendo, vozes estranhas e os famosos lugares frios. Esta é uma das casas mais raras e assombradas dos Estados Unidos.

Site Oficial da Mansão: Clique AQUI

DADO CURIOSO

A casa mais assombrada dos EUA, a Misteriosa Mansão de Winchester conta com quatro andares, 467 portas, 47 lareiras e dois espelhos.

Fantasmas e Assombrações!

botabaixo @ 22:09

por Jorge A. B. Soares
 

a_gavatarrush.gifVocê acredita em fantasmas? Eu não disponho de pesquisas de opinião pública brasileiras, porém sabe-se que 33% dos norte-americanos, 38% dos ingleses e 48% dos chineses de Taiwan acreditam em fantasmas. 

A crença em fantasmas faz parte do nosso universo cultural. Herdamos dos nossos pais a noção de que cada um de nós possui uma contraparte sobrenatural – a alma ou espírito – que registra todas as habilidades e experiências acumulados durante a nossa vida inteira; e de que quando o corpo físico morre a alma sobrevive e vai para um mundo sobrenatural (céu, plano astral, Hades, etc.). Segundo a tradição, um fantasma é a visão ou aparição de uma alma do outro mundo a alguém ainda vivendo no plano físico. 

Basta você puxar o assunto em qualquer roda de conhecidos, e logo ouvirá estórias de espectros que apareceram nos mais diversos locais e circunstâncias. São clássicas as estórias de casas mal-assombradas, geralmente associadas a locais onde pessoas passaram por tragédias ou traumas. Um fantasma pode-se apresentar como uma imagem, sons, odores, toques, sensações de frio, impressão de presença intrusa ou qualquer combinação de impressões. No fenômeno chamado de “poltergeist”, além dessas percepções há ocorrência de efeitos físicos: móveis se movendo, portas se abrindo, luzes piscando, objetos voando, etc. 

A mídia ganha muito dinheiro explorando o mistério e fascinação das histórias de fantasmas, especialmente Hollywood com seu gênero de filmes de terror. Nos países anglo-saxões, aficionados se organizam em grupos de caça-fantasmas (“ghostbusters”) munidos de aparelhagem sofisticada para fazer o registro das assombrações. Eles exibem fotos e vídeos, leituras de temperatura, campo magnético e gravações de som que lhes dão a convicção da existência real de fantasmas. 

Desde 1882, com a fundação em Londres da Society for Psychical Research, este tema vem sendo investigado extensivamente com recursos e métodos científicos e ao longo desses 122 anos milhares de estudos têm sido publicados. Nas últimas décadas, o desenvolvimento acelerado das neurociências veio trazer explicações mundanas, científicas, a esse fenômeno que era tido como sobrenatural e o consenso atual da comunidade científica é que não existem provas ou evidências objetivas de que fantasmas sejam entidades reais. Eles são melhor explicados como alucinações (hipnagógicas ou hipnopômpicas), imaginação super-desenvolvida, confabulação da memória, erros de testemunho humano, trotes e fraudes, etc. 

Experimentar uma alucinação não significa que alguém está sofrendo das faculdades mentais; elas acontecem esporadicamente a todos nós pessoas normais. Por exemplo, alucinações hipnagógicas e hipnopômpicas ocorrem quando caímos no sono ou ao despertar, respectivamente. A pessoa pode se sentir paralisada ou flutuando fora do corpo. E usualmente vê fantasmas, alienígenas, monstros ou alguma outra criatura estranha, e a experiência lhe parece muito real, muito mais vívida que um sonho típico. John A. Thomas relata uma experiência desse tipo em seu dormitório, na qual viu e tocou seu pai, falecido três anos antes, e comentou: “posso testemunhar que a experiência foi impressionantemente real”.  

Os psicólogos estimam que 4% da população é constituída por pessoas com personalidade propensa à fantasia. Essa gente é perfeitamente normal exceto que tendem a fantasiar a maior parte do tempo, experimentam suas fantasias completas com tato, olfato e audição, e são facilmente hipnotizadas. Elas tendem também a misturar suas fantasias com memórias de eventos reais, construindo novas memórias que parecem reais mas não são. Este processo é chamado de confabulação da memória, e todos nós fazemos isso em certo grau. Pessoas propensas à fantasia não são loucas, de jeito nenhum. Apenas uma parte de suas funções cerebrais funciona em grau mais intenso do que na maioria das pessoas. Há estudos demonstrando que tais pessoas vêem fantasmas com mais freqüência que os outros e acreditam sinceramente que suas memórias são reais. 

Relatos de testemunhas, não importa quão atento o observador possa ser, são notoriamente não confiáveis devido ao fato que a percepção humana e a memória são processos criativos e construtivos. A percepção não é somente uma função direta dos sentidos, mas depende também do que sabemos e acreditamos sobre o mundo. Em outras palavras, quando a entrada sensorial é fraca ou nula, tendemos a compensar ou completar a diferença para formar uma imagem plausível da realidade. Isso freqüentemente nos leva a erros de percepção quando imagens internas se sobrepõem às externas. Edmund Parish relata uma ocorrência em que diversos marinheiros viram o fantasma do cozinheiro do seu navio, falecido alguns dias antes, andando sobre as águas e mancando da forma que lhe era peculiar. Esse fantasma acabou sendo depois identificado como o "destroço remanescente de um naufrágio, subindo e descendo ao sabor das ondas." 

Praticamente todos os casos de “poltergeist” quando investigados seriamente e em profundidade revelaram-se produtos de simulação e fraude onde os fenômenos extraordinários são provocados geralmente por uma criança ou adolescente com distúrbios psicológicos, querendo chamar a atenção sobre sua pessoa. Há testemunhos visuais e provas em fotografia e vídeo documentando essas fraudes. 

Cientistas de renome, tais como Persinger, Roll, Wiseman, Spottiswoode e muitos outros descobriram vínculos ambientais (além de estímulos visuais) em locais considerados “assombrados” – de campos magnéticos variáveis e infrasom, a correlações com o Tempo Sideral Local. Qualquer que seja a correlação, todas elas parecem apontar para o cérebro humano como sendo a chave para aceitar esses gatilhos e criar experiências anômalas. Muitos locais assombrados mostram alterações ambientais, especialmente em campos magnéticos estáticos e de corrente alternada, bem como outras flutuações singulares. Essas variações podem ludibriar o cérebro, criando uma sensação de presença intrusa, calafrios, formigamento descendo pela espinha, etc., que são sinônimos de assombrações. 

Em 1998, Vic Tandy e Tony Lawrence publicaram no Journal of the Society for Psychical Research um trabalho intitulado "Ghosts in the Machine" onde citam o infrasom como causa das aparições observadas pela equipe num laboratório em Warwick. As sensações estranhas que sugeriam inicialmente a atuação de algum fator sobrenatural, eram na verdade causadas por infrasons emitidos por um exaustor do sistema de ar condicionado do laboratório que apresentava defeito mecânico. 

Um princípio filosófico formulado por William de Ockham, conhecido como “navalha de Ockham”,  diz que não há de se aceitar múltiplas entidades sem que seja necessário. Os homens de ciência, observam um fenômeno e avaliam que ele pode ser melhor explicado com poucos elementos do que com muitos; ou ainda: se temos uma teoria complexa, com muitos elementos, e uma teoria simples, com poucos elementos, é mais razoável dar mais chances para a teoria simples. Aplicando a “navalha de Ockham” aos fenômenos de fantasmas e assombrações, se a ciência pode explicar todos esses fenômenos com teorias simples embasadas em elementos e leis naturais amplamente conhecidos, não há razão para atribuí-los a entidades sobrenaturais das quais não há evidências objetivas e cuja existência nunca foi até hoje comprovada.  

No caso dos fantasmas, podemos concluir que “o fantasma está na cabeça de quem o vê”, ou em outros termos,  “não existem casas assombradas, mas sim mentes assombradas”.

10/07/2008 GMT 1

MULHER E INFORMÁTICA.

botabaixo @ 19:52

mulhercomputador-omundodosmachos.jpg

Essas são as melhores analogias entre mulheres e computadores.

MULHER INTERNET: Aqui no Brasil, são as mulheres de difícil acesso.


MULHER PROVEDOR: Tá sempre ocupada demais para te ouvir.

MULHER WINDOWS: Todo mundo sabe que não presta, mais ninguém vive sem ela.

MULHER POWERPOINT: Só o Bill Gates tem paciência pra aguentar por mais de 5 minutos.

MULHER WORD: Tem sempre uma surpresa reservada prá você (geralmente ruim) e não existe ninguém no mundo que a compreenda totalmente. Corresponde a, mais ou menos, 99% das mulheres do mundo.

MULHER D.O.S. : Todos usaram algum dia. mas agora ninguém quer.

MULHER BACKUP: Sempre você acha que tem, mas hora quando precisa, não funciona.

MULHER VIRUS: Também conhecida como esposa, quando você menos espera, ela chega e se instala. Se você tentar desinstalar vai perder alguma coisa. Se deixar, perde tudo.

MULHER SCANDISK: A gente sabe que ela é legal e só quer ajudar, mas por debaixo dos panos, na real, a gente nunca sabe o que ela está fazendo.

MULHER PAINTBRUSH: Só serve para seus filhos.

MULHER HARDDISK: Aquela que se recorda de tudo o tempo todo.

MULHER MOUSE: Só funciona quando é arrastada e apertada.

MULHER JOYSTICK: Vive deixando você com a mão suada e com câimbra no braço.

MULHER MICROSOFT: Quer dominar qualquer um que apareça na frente, e tentará convencê-lo de que isso é o melhor para você. Arquitecta planos mirabolantes para jogar você contra as outras mulheres, e promete que fará o que você quiser se você jogar fora sua agenda com o telefone das amigas. Sem que você perceba, aos poucos, ela será a única na sua vida. Chegará um dia que, até para abrir a geladeira ou pegar as chaves do carro, você terá que pedir para ela.

 

04/07/2008 GMT 1

A Cleptocracia em Portugal - Um País com uma "Classe" Política de incompetentes, demagogos, invertidos e acima de tudo LADRÕES!!!

botabaixo @ 22:55

ALGUMAS NOTICIAS JÁ SÃO  ANTIGAS MAS DEIXAM A PENSAR ......

 

Roubalheira "Democrática" em Portugal

É SÓ CLICAR

 O ESTADO … a que isto chegou!!!  Clica e vais direitinho à notícia …    

      Tachos e Cunhas

        ·   Verinha Sampaio

02/07/2008 GMT 1

Portugueses pessimistas sobre evolução de qualidade de vida.

botabaixo @ 23:02
Portugal... Um País levado a miséria... "democraticamente" claro está!!! 
Mais de metade dos portugueses pensa que irá viver pior daqui a 20 anos, uma expectativa partilhada com os cidadãos dos países há mais tempo na União Europeia mas que contrasta com o optimismo dos novos Estados-membros.

A Comissão Europeia publicou hoje, em Bruxelas, um inquérito Eurobarómetro realizado em Abril último sobre a forma como os europeus imaginam a sua realidade social daqui a 20 anos.

Cerca de metade das pessoas interrogadas (49 por cento) está convencida que, daqui a duas décadas, a sua qualidade de vida irá deteriorar-se em relação a hoje, e menos de quatro em cada dez (38 por cento) prevê uma melhoria.

Os portugueses pensam maioritariamente (53 por cento) que terão condições de vida piores e menos de um em cada três (31 por cento) perspectiva uma melhoria.

As respostas nos novos Estados-membros foram significativamente mais optimistas que as dos 15 Estados-membros mais antigos, entre os quais se encontra Portugal.

O optimismo diminui com a idade mas aumenta com o nível de educação e o grau de urbanização.

01/07/2008 GMT 1

CANDIDATAS DE JULHO PARA A MISS MAXMEN 2008!!!

botabaixo @ 19:59

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Já são conhecidas algumas das candidatas a MISS MAXMEN 2008!
Veja a galeria de fotos do mês de Julho!

Clique: Aqui 

29/06/2008 GMT 1

Porque alguns Partidos Políticos insistem em desarmar a População Civíl Ordeira? -Não vá em cantigas!!!

botabaixo @ 19:20

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"Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades."

(Benjamin Franklin)

28/06/2008 GMT 1

Socialismo ou Esquerdismo - Penúria, Demagogia, Horror Económico-Social.

botabaixo @ 11:09

Resumo: Que é o esquerdista, senão um rousseauniano inflexível, que se dedica a transformar o mundo antes  de tentar compreendê-lo minimamente?  

"A utopia não tem obrigação de apresentar resultados. Sua única função é
permitir aos seus adeptos a condenação do que existe em nome daquilo que não existe.”

Jean François Revel

Em PROPRIEDADE & LIBERDADE, Richard Pipes relata que “quando James Boswell visitou Rousseau, ouviu dele: “Senhor, eu não tenho a menor simpatia pelo mundo. Vivo aqui num mundo de fantasias e não posso tolerar o mundo como ele é(...) A humanidade me repugna.”(1)

Com efeito, que é o esquerdista, senão um rousseauniano inflexível, que se dedica a transformar o mundo antes  de tentar compreendê-lo minimamente, antes de tentar descobrir sua posição de indivíduo humano no cosmos? Que é o esquerdista, senão aquele que inventou um mundo de sonhos e fantasias, um mundo de mentiras e alucinações, das quais uma das mais insanas é a exigência de que o  socialismo seja julgado pelos  propósitos que almeja, nunca pelos resultados que obtém? Que é o esquerdista, senão o que se vê como o próprio sal da terra, um membro da classe eleita, de tal maneira acima da comum humanidade,  que pode acusá-la, condená-la, ou usá-la como convier aos planos do partido? Que são estes para  o esquerdista típico, senão a Verdade?

Mantivesse-se quieta a criatura que resolveu viver por esse padrão, o problema seria menor. Isso, no entanto, não ocorre. A essa doença da alma parecem estar fatalmente ligadas a militância e a verbosidade, esta marcadamente retórica, tão inflamada quanto manhosa, sempre a negar os fatos, ou a serpentear por entre eles, ou a explicá-los tão fantasticamente, que ao fim uma única conclusão é possível: a maior vítima dos regimes comunistas sempre foi a inocente esquerda e o ideal socialista, que, nunca implantado em parte alguma, leva a culpa por tudo.

Hitler ensinou que “toda propaganda deve determinar seu nível intelectual de acordo com a compreensão do mais limitado dos indivíduos a que ela se dirige.” Em vez de graduar a sua pela capacidade mental do mais simplório dos indivíduos visados, a esquerda direcionou-a à sensibilidade de todos eles. Porta de entrada da mente, a sensibilidade ou afetividade aqui deve ser entendida o mais abrangentemente possível (alegria, tristeza, esperança, raiva, suspeita, medo etc. são sentimentos humanos).  Com o ajuste, a propaganda esquerdista  ganhou amplidão, eficácia e invisibilidade, principalmente invisibilidade. Qualquer general gostaria de ter uma arma assim. A coisa toda pode ser exemplificada com a romantização do projeto comunizante e de seus “mártires”. À grande maioria das pessoas, choca ver aqueles inocentes serem trucidados por uma sociedade injusta e insensível que a tudo recorre, sem hesitação, para impedir a ação heróica e altruísta dos reformadores sociais. Essa forte impressão, o assistente ingênuo a carregará inconscientemente, e é ela que, muito de leve, irá lhe moldando o comportamento.

A manobra é claríssima no filme Olga, que emocionou multidões com a narrativa sentimentalóide da vida de uma agente profissional do serviço secreto militar soviético, mandada para o Brasil a serviço, não a passeio, muito menos em viagem de lua-de-mel. A verdadeira Olga Benário aparece na entrevista concedida à revista Época por William Waack, autor dum importante livro sobre o movimento comunista de 1935 no Brasil.(2) O filme é baseado no livro homônimo de Fernando Morais e, revela Waack, “tem boa parte compilada da primeira biografia de Olga feita pela alemã Ruth Werner, a pedido do PC alemão, em 1962. Trabalhos que não contam a realidade.” Redivivo, Rousseau ataca novamente, agora com propósitos propagandístico-ideológicos. (veja abaixo a entrevista com Waack).

Essa não é a primeira vez que Fernando Morais escreve com o coração para corações. Em A ILHA,  ele expressa suas impressões sobre uma viagem a Cuba, na década de 70. O livro é legítimo exemplo daquela literatura de viagem, em que, no  tom  hiperbólico e sugestivo do discurso poético (3), o navegador europeu narrava o que tinha visto nas terras recém-descobertas: o paraíso terrestre. Richard Pipes traz exemplos desses textos e mostra como eles influenciaram o pensamento político europeu, do qual emerge, mais tarde, o projeto comunista. Nunca é demasiado lembrar que o cultíssimo velho mundo inventou o nazismo e o comunismo, duas ideologias assassinas, às quais se contrapõem duzentos anos ininterruptos de democracia, experimentados pelos grosseirões “cowboys” norte-americanos.

Percival Puggina foi a Cuba e,  em CUBA, A TRAGÉDIA DA UTOPIA (editora Literalis, 2004), conta o que viu.  A Cuba paradisíaca cantada por Fernando Morais e tantos outros,  a sociedade em que Dom Paulo Evaristo Arns notou uns longes do reino de Deus, nunca existiu, a não ser na mente rousseauniana da esquerda, que já gritou ‘paraíso à vista’ apontando para o Vietnã, para a China, para a União Soviética, para a Albânia etc. etc. etc. O que, no entanto, o povo de todos esses países experimentou foi tirania e miséria. Não é diferente na ilha de Fidel Castro.

“Se um cubano conseguir um dólar por dia, obterá, ao fim do mês, uma renda quatro vezes superior à que teria trabalhando para o governo.”, mas  é o regime de livre empresa que, por sua sanha exploradora, revolta profundamente artistas e intelectuais; “ainda hoje, qualquer um pode ser condenado, em Cuba, a pelo menos um ano de pena privativa de liberdade por crítica ao sistema”, mas  é em Cuba que, como apontou Juca Chaves, nossa vanguarda intelectual vê democracia e liberdade de expressão; “a praia de Varadero, o mais famoso ponto turístico da ilha, está fechada aos cubanos”, todavia é a odiosa discriminação praticada no Brasil que enoja nossa elite pensante. Falando em linguagem marxista, a reificação do homem ocorre não no regime da livre iniciativa, não nos Estados Unidos, no Canadá ou no Japão, mas sim no comunista, na ilha de Fidel, como foi na URSS de Stalin, e na China de Mao, e na Albânia de Henver Hoxa, e etc

A claque de Fidel, sempre bem ensaiada, logo argumentará dizendo que o relativo insucesso da revolução cubana se deve ao embargo norte-americano, que impede o pleno desenvolvimento econômico do país. Ora, como demonstrou Jean François Revel, isso é apenas mais uma falácia, pois não há um só navio ou avião norte-americano a impedir a saída de produtos cubanos para o restante do mundo. O que o embargo impede, sim, é que Cuba  mantenha relações comerciais com os Estados Unidos. Com impiedosa lógica, Puggina conclui o que decorre disso: “Quando a Meca do comunismo é enjeitada pela Meca do capitalismo, a vida fica uma droga.” E fica mesmo: no paraíso caribenho, há escassez  de produtos básicos, como sabonetes e pastas de dentes.

Para o povo, sim, a vida fica uma droga; para Fidel Castro, não, haja vista ele dedicar o mais de seus esforços à exportação de sua revolução e não à melhoria das condições de vida de seu povo. (A propósito: qualquer esquerdista em princípio de carreira já sabe que, no Brasil, golpista é sempre a direita e que a esquerda toma o caminho da revolução violenta apenas quando as vias democráticas estão obstruídas. Isso é mais uma mentira: em O APOIO DE CUBA À LUTA ARMADA NO BRASIL(4), Denise Rollemberg mostra que Cuba tinha agentes revolucionários aqui, quando o país vivia em pleno regime democrático).

Em verdade, deixar o povo na dependência do Estado faz parte do plano geral. Percival Puggina conta que, em 1959, quando Hubert Matos, companheiro de Fidel na guerrilha, perguntou a este quando seria estabelecida a participação dos operários nos lucros das empresas, o comandante respondeu magnânimo: “No, Hubert, eso no lo podemos hacer, porque si propiciamos que los trabajadores tengan independência econômica, de ahi a la independência política no hay más que um paso. No podemos!”

O excelente ensaio “Experiência Fatal – 80 anos de revolução russa”, ensina que “o poder econômico privado é a vacina contra tirania do Estado, assim como o Estado é a garantia contra os abusos do poder econômico”.(5) Portanto, ao manter o povo em situação de humilhante penúria e totalmente dependente da paupérrima economia oficial, Fidel Castro não faz mais do que aplicar parte da fórmula que lhe assegura o poder conquistado em 1959. E, se tolera o mercado negro, os dólares vindos de Miami e os provenientes do turismo, está  a um tempo irrigando o organismo social de modo que este não lhe fuja ao controle e conseguindo dinheiro de verdade para arcar com os pesados custos do totalitário Estado comunista, sempre vigilante e assustador. A maior das aspirações intelectuais humanas deve ser ver as coisas como elas são.  E, como diz Eduardo Gianetti da Fonseca, uma das conquistas centrais da filosofia é o postulado de que nenhuma quantidade de saber sobre o mundo como ele é pode nos permitir, por si só, dar o passo seguinte e fazer afirmações sobre o que deve ser.(6) A tragédia de todas as experiências sociais totalitárias tem sua origem no desconhecimento de um dos pontos desse postulado.

NOTAS

 

(1)  PIPES, Richard. Propriedade e Liberdade. Rio de Janeiro, Record, 2001.

(2)  WAACK, William. Camaradas – Nos arquivos de Moscou – A história secreta da revolução brasileira de 1935. São Paulo, Companhia das Letras, 1993.

(3)  CARVALHO, Olavo. Aristóteles em Nova Perspectiva. Rio de Janeiro, Topbooks, 1996.

(4)  ROLLEMBERG, Denise. O APOIO DE CUBA À LUTA ARMADA NO BRASIL – O TREINAMENTO GUERRILHEIRO. Rio de Janeiro, Mauad, 2001.

(5) CARVALHO, Olavo. O Imbecil Coletivo II. Rio de Janeiro, Topbooks, 1998.

(6) GIANNETTI, Eduardo. Nada é tudo – ética, economia e brasilidade. Rio de Janeiro, Campus, 2000.

***

Revista Época, Edição 326 - 16 de agosto de 2004

24/06/2008 GMT 1

Homem cai de 12º andar e sobrevive!!!

botabaixo @ 14:14

Um jovem de 20 anos que lavava as janelas de um arranha-céus em Gold Coast, na Austrália, caiu do 12º andar nesta terça-feira e sobreviveu.

A queda de 25 metros lesionou-lhe um braço e a bacia. De acordo com a polícia, citada pelo jornal Sydney Morning Herald, encontrava-se hospitalizado mas em situação estável.

As autoridades de saúde e segurança estão a investigar o incidente que ocorreu depois de morte de dois operários neste sábado, no mesmo complexo de edifícios.

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