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BOTABAIXO
O ridículo da Sociedade, o (mais que ridículo) dos nossos políticos... e muito mais!!!

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Categoria: 01 - Os Repugnantes

02/10/2008 GMT 1

A Política e os seus ridículos manipulados por lóbbies!!!

botabaixo @ 20:05

Recebido por mail e publicado a pedido:

 

Dou os meus SINCEROS PARABÉNS ao Partido Socialista e ao seu líder JOSÉ SOCRATES, por ter tido a atitude corajosa mas acima de tudo LÓGICA, SÓBRIA,  NOBRE e CORRECTA de ter afastado a demagoga / lírica ideia do "casamento" entre pessoas do mesmo sexo do seu projecto. Lamentando apenas atitudes de certos senhores Socialista do qual saliento Manuel Alegre, pela sua insistencia demagoga (é-se poeta) no tema. O ex-líder da js também não fez mais que demosntrar aquilo que patéticamente é...Enfim!!!

A parte isso e novamente os meus Parabéns, espero que tais ideias repulsivas, de interesse apenas de certos doentios lóbbies, nunca passem de publicidade demagoga de pseudo-partidos como o BE.

OLHEM PELAS FAMILIAS!!!

Ser marido /esposa e pai/ mãe em Portugal está muito dificil senhores!!!

Zé Portuga.

19/09/2008 GMT 1

Esquerda Política Portuguesa (ou pelo menos a mais demagoga) preocupada com o "casamento" dos maricas!!! Era de rir se na situação em que estamos desse para parar de chorar...

botabaixo @ 22:30

Recebido por email:

A «magnifica» ideia do Bloco de Esquerda (a esquerda-travesti), que como Bloco tem bem mais de Esterco que de esquerda, mas é do que se vai gastando... tem agitado o Governo dividido entre os apoiantes desta ideia ridícula (entre eles o pedófilo socialista Paulo Pedrófilo, claro que sabem quem é... sim, sim esse que andava atrás de meninos orfãos da Casa Pia) pois!!!  Ele já está no activo político novamente ou que esperavam?

- Justiça???

-Não me façam rir!!!

Junto a Paulinho estão alguns socialistas e parte da js (juventude socialista) pelo menos aquela facção que pega de marcha-atrás, uns mariconços, outros pedófilos ou se calhar ambas as coisas pelo que se tem visto.

Num País Hiper-carregado de problemas sociais, económicos, morais, todos resultados das "grandes conquistas liberais" (já nem me atrevo a dizer democratas), onde o desemprego é Rei, onde um casal normal não tem apoios nenhuns, para sustentar um filho, muitas das vezes está marido e mulher sem emprego em conjunto e estes cretinos, criminosos, pedófilos, querem desvirtuar, adulterar assassinar o conceito de casamento???

CASAL É E SEMPRE SERÁ UM COMPROMISSO UMA UNIÃO ENTRE DOIS SEXOS OPOSTOS E NÃO HÁ DEMAGOGIA DE ALGIBEIRA QUE ALTERE ESTE FACTO!!!

O RESTO??? -CHAMEM-LHE PARELHA, DUO OU O QUE QUISEREM MAS SÃO TUDO MENOS UM CASAL.

Talvez quando esta chachada passar talvez o Bloco de Esquerda ou a "js" ou o próprio PS da altura, se lembre de tentar aprovar os casamentos de poligamia, ou o casamento entre pessoas e animais.

Afinal são estes lóbbies doentios que permitem a sua existencia política.

Sem mais, pois é gozar com o Povo Português e desrespeitar as famílias!!!

ZÉ POVO

13/09/2008 GMT 1

Comunismo Assassino - COMUNISMO ASESINO.

botabaixo @ 18:53

17/08/2008 GMT 1

O presidente do PSD/Madeira afirmou sexta-feira, no Porto Santo, que o primeiro-ministro é "perigoso" e defendeu "um movimento nacional que retire a concentração de Lisboa e dê voz ao resto do país".

botabaixo @ 09:59

psd-madeira.jpg

Porto Santo, 17 Set(Lusa) -- O presidente do PSD/Madeira afirmou sexta-feira, no Porto Santo, que o primeiro-ministro é "perigoso" e defendeu "um movimento nacional que retire a concentração de Lisboa e dê voz ao resto do país".

José Sócrates foi o alvo das críticas do comício do PSD/Madeira na Ilha Dourada, que é considerado a "rentrée" política dos sociais democratas nesta Região Autónoma, que encheu o Largo das Palmeiras, o centro da cidade no Porto Santo.

Jardim surgiu no palco bem disposto, ao pulos ao som do "quem não salta não é da jota" e do "glorioso PSD", começando por anunciar a recandidatura do actual presidente da Câmara Municipal desta ilha, Roberto Silva, nas próximas eleições autárquicas de 2009.

"José Sócrates é perigoso porque está muito discretamente a construir um estado policial" em Portugal, disse Jardim, utilizando expressões como "fascistas", "mafiosas" e "intuitos ditatorias" para classificar as posições assumidas pelo primeiro-ministro.

Realçou que no meio das suas políticas e das ditas "causas fracturantes", Sócrates "esconde um projecto totalitário, reforçando os poderes da polícia e contentando o grande capital".

"Nós temos de mudar isto e fazer uma forte campanha eleitoral para dar uma banhada nas próximas eleições", sustentou, adiantando ser "tempo de haver oposição em Portugal".

Jardim defendeu ser necessário "mudar Portugal, não apenas no governo, mas o sistema político que dá de comer a muitos medíocres e oportunistas".

Falou da Constituição da República de 1976, dizendo que foi "ineficaz" porque pôs o país a funcionar mal, "servindo para uma mediocridade crescente da classe e partidos políticos".

"Haverá um novo movimento político nacional para retirar a concentração financeira de Lisboa, dando voz ao resto de Portugal, que faça a distribuição justa da riqueza", afirmou o líder madeirense.

Jardim criticou a injustiça do tratamento dado à Madeira pelo governo central, realçando que esta região "nunca traiu, nunca criou a Portugal os problemas que surgem noutras regiões", apontando os casos dos conflitos em Espanha com o país Basco, França com a Córsega ou Rússia com a Geórgia.

Considerou também que os "números" relativos a diversas realidades como o desemprego e pobreza, divulgados pelas estatísticas em Lisboa "estão a ser forjados para facilitar as eleições aos socialistas nos Açores".

"Não vamos deixar de lutar. Não estou satisfeito com a obra feita. Vamos fazer mais, mesmo com o Sócrates a pôr um garrote financeiro à Madeira", prometeu.

Quanto a Roberto Silva, o autarca portossantesente, fez uma retrospectiva das "conquistas" e "sonhos" concretizados pelos residentes do Porto Santo na última década, "obras importantes que marcaram a época na ilha e a vontade da sua população".

"Não está tudo feito, temos muitas obras a concretizar ao longo dos próximos anos", declarou, argumentando que qualquer alteração política "seria fatal para o futuro do Porto Santo".

04/07/2008 GMT 1

A Cleptocracia em Portugal - Um País com uma "Classe" Política de incompetentes, demagogos, invertidos e acima de tudo LADRÕES!!!

botabaixo @ 22:55

ALGUMAS NOTICIAS JÁ SÃO  ANTIGAS MAS DEIXAM A PENSAR ......

 

Roubalheira "Democrática" em Portugal

É SÓ CLICAR

 O ESTADO … a que isto chegou!!!  Clica e vais direitinho à notícia …    

      Tachos e Cunhas

        ·   Verinha Sampaio

Combustíveis - A exploração sobre as famílias.

botabaixo @ 22:44

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02/07/2008 GMT 1

Portugueses pessimistas sobre evolução de qualidade de vida.

botabaixo @ 23:02
Portugal... Um País levado a miséria... "democraticamente" claro está!!! 
Mais de metade dos portugueses pensa que irá viver pior daqui a 20 anos, uma expectativa partilhada com os cidadãos dos países há mais tempo na União Europeia mas que contrasta com o optimismo dos novos Estados-membros.

A Comissão Europeia publicou hoje, em Bruxelas, um inquérito Eurobarómetro realizado em Abril último sobre a forma como os europeus imaginam a sua realidade social daqui a 20 anos.

Cerca de metade das pessoas interrogadas (49 por cento) está convencida que, daqui a duas décadas, a sua qualidade de vida irá deteriorar-se em relação a hoje, e menos de quatro em cada dez (38 por cento) prevê uma melhoria.

Os portugueses pensam maioritariamente (53 por cento) que terão condições de vida piores e menos de um em cada três (31 por cento) perspectiva uma melhoria.

As respostas nos novos Estados-membros foram significativamente mais optimistas que as dos 15 Estados-membros mais antigos, entre os quais se encontra Portugal.

O optimismo diminui com a idade mas aumenta com o nível de educação e o grau de urbanização.

29/06/2008 GMT 1

Porque alguns Partidos Políticos insistem em desarmar a População Civíl Ordeira? -Não vá em cantigas!!!

botabaixo @ 19:20

gunstate.jpg

"Quando todas as armas forem propriedade do governo e dos bandidos, estes decidirão de quem serão as outras propriedades."

(Benjamin Franklin)

28/06/2008 GMT 1

Socialismo ou Esquerdismo - Penúria, Demagogia, Horror Económico-Social.

botabaixo @ 11:09

Resumo: Que é o esquerdista, senão um rousseauniano inflexível, que se dedica a transformar o mundo antes  de tentar compreendê-lo minimamente?  

"A utopia não tem obrigação de apresentar resultados. Sua única função é
permitir aos seus adeptos a condenação do que existe em nome daquilo que não existe.”

Jean François Revel

Em PROPRIEDADE & LIBERDADE, Richard Pipes relata que “quando James Boswell visitou Rousseau, ouviu dele: “Senhor, eu não tenho a menor simpatia pelo mundo. Vivo aqui num mundo de fantasias e não posso tolerar o mundo como ele é(...) A humanidade me repugna.”(1)

Com efeito, que é o esquerdista, senão um rousseauniano inflexível, que se dedica a transformar o mundo antes  de tentar compreendê-lo minimamente, antes de tentar descobrir sua posição de indivíduo humano no cosmos? Que é o esquerdista, senão aquele que inventou um mundo de sonhos e fantasias, um mundo de mentiras e alucinações, das quais uma das mais insanas é a exigência de que o  socialismo seja julgado pelos  propósitos que almeja, nunca pelos resultados que obtém? Que é o esquerdista, senão o que se vê como o próprio sal da terra, um membro da classe eleita, de tal maneira acima da comum humanidade,  que pode acusá-la, condená-la, ou usá-la como convier aos planos do partido? Que são estes para  o esquerdista típico, senão a Verdade?

Mantivesse-se quieta a criatura que resolveu viver por esse padrão, o problema seria menor. Isso, no entanto, não ocorre. A essa doença da alma parecem estar fatalmente ligadas a militância e a verbosidade, esta marcadamente retórica, tão inflamada quanto manhosa, sempre a negar os fatos, ou a serpentear por entre eles, ou a explicá-los tão fantasticamente, que ao fim uma única conclusão é possível: a maior vítima dos regimes comunistas sempre foi a inocente esquerda e o ideal socialista, que, nunca implantado em parte alguma, leva a culpa por tudo.

Hitler ensinou que “toda propaganda deve determinar seu nível intelectual de acordo com a compreensão do mais limitado dos indivíduos a que ela se dirige.” Em vez de graduar a sua pela capacidade mental do mais simplório dos indivíduos visados, a esquerda direcionou-a à sensibilidade de todos eles. Porta de entrada da mente, a sensibilidade ou afetividade aqui deve ser entendida o mais abrangentemente possível (alegria, tristeza, esperança, raiva, suspeita, medo etc. são sentimentos humanos).  Com o ajuste, a propaganda esquerdista  ganhou amplidão, eficácia e invisibilidade, principalmente invisibilidade. Qualquer general gostaria de ter uma arma assim. A coisa toda pode ser exemplificada com a romantização do projeto comunizante e de seus “mártires”. À grande maioria das pessoas, choca ver aqueles inocentes serem trucidados por uma sociedade injusta e insensível que a tudo recorre, sem hesitação, para impedir a ação heróica e altruísta dos reformadores sociais. Essa forte impressão, o assistente ingênuo a carregará inconscientemente, e é ela que, muito de leve, irá lhe moldando o comportamento.

A manobra é claríssima no filme Olga, que emocionou multidões com a narrativa sentimentalóide da vida de uma agente profissional do serviço secreto militar soviético, mandada para o Brasil a serviço, não a passeio, muito menos em viagem de lua-de-mel. A verdadeira Olga Benário aparece na entrevista concedida à revista Época por William Waack, autor dum importante livro sobre o movimento comunista de 1935 no Brasil.(2) O filme é baseado no livro homônimo de Fernando Morais e, revela Waack, “tem boa parte compilada da primeira biografia de Olga feita pela alemã Ruth Werner, a pedido do PC alemão, em 1962. Trabalhos que não contam a realidade.” Redivivo, Rousseau ataca novamente, agora com propósitos propagandístico-ideológicos. (veja abaixo a entrevista com Waack).

Essa não é a primeira vez que Fernando Morais escreve com o coração para corações. Em A ILHA,  ele expressa suas impressões sobre uma viagem a Cuba, na década de 70. O livro é legítimo exemplo daquela literatura de viagem, em que, no  tom  hiperbólico e sugestivo do discurso poético (3), o navegador europeu narrava o que tinha visto nas terras recém-descobertas: o paraíso terrestre. Richard Pipes traz exemplos desses textos e mostra como eles influenciaram o pensamento político europeu, do qual emerge, mais tarde, o projeto comunista. Nunca é demasiado lembrar que o cultíssimo velho mundo inventou o nazismo e o comunismo, duas ideologias assassinas, às quais se contrapõem duzentos anos ininterruptos de democracia, experimentados pelos grosseirões “cowboys” norte-americanos.

Percival Puggina foi a Cuba e,  em CUBA, A TRAGÉDIA DA UTOPIA (editora Literalis, 2004), conta o que viu.  A Cuba paradisíaca cantada por Fernando Morais e tantos outros,  a sociedade em que Dom Paulo Evaristo Arns notou uns longes do reino de Deus, nunca existiu, a não ser na mente rousseauniana da esquerda, que já gritou ‘paraíso à vista’ apontando para o Vietnã, para a China, para a União Soviética, para a Albânia etc. etc. etc. O que, no entanto, o povo de todos esses países experimentou foi tirania e miséria. Não é diferente na ilha de Fidel Castro.

“Se um cubano conseguir um dólar por dia, obterá, ao fim do mês, uma renda quatro vezes superior à que teria trabalhando para o governo.”, mas  é o regime de livre empresa que, por sua sanha exploradora, revolta profundamente artistas e intelectuais; “ainda hoje, qualquer um pode ser condenado, em Cuba, a pelo menos um ano de pena privativa de liberdade por crítica ao sistema”, mas  é em Cuba que, como apontou Juca Chaves, nossa vanguarda intelectual vê democracia e liberdade de expressão; “a praia de Varadero, o mais famoso ponto turístico da ilha, está fechada aos cubanos”, todavia é a odiosa discriminação praticada no Brasil que enoja nossa elite pensante. Falando em linguagem marxista, a reificação do homem ocorre não no regime da livre iniciativa, não nos Estados Unidos, no Canadá ou no Japão, mas sim no comunista, na ilha de Fidel, como foi na URSS de Stalin, e na China de Mao, e na Albânia de Henver Hoxa, e etc

A claque de Fidel, sempre bem ensaiada, logo argumentará dizendo que o relativo insucesso da revolução cubana se deve ao embargo norte-americano, que impede o pleno desenvolvimento econômico do país. Ora, como demonstrou Jean François Revel, isso é apenas mais uma falácia, pois não há um só navio ou avião norte-americano a impedir a saída de produtos cubanos para o restante do mundo. O que o embargo impede, sim, é que Cuba  mantenha relações comerciais com os Estados Unidos. Com impiedosa lógica, Puggina conclui o que decorre disso: “Quando a Meca do comunismo é enjeitada pela Meca do capitalismo, a vida fica uma droga.” E fica mesmo: no paraíso caribenho, há escassez  de produtos básicos, como sabonetes e pastas de dentes.

Para o povo, sim, a vida fica uma droga; para Fidel Castro, não, haja vista ele dedicar o mais de seus esforços à exportação de sua revolução e não à melhoria das condições de vida de seu povo. (A propósito: qualquer esquerdista em princípio de carreira já sabe que, no Brasil, golpista é sempre a direita e que a esquerda toma o caminho da revolução violenta apenas quando as vias democráticas estão obstruídas. Isso é mais uma mentira: em O APOIO DE CUBA À LUTA ARMADA NO BRASIL(4), Denise Rollemberg mostra que Cuba tinha agentes revolucionários aqui, quando o país vivia em pleno regime democrático).

Em verdade, deixar o povo na dependência do Estado faz parte do plano geral. Percival Puggina conta que, em 1959, quando Hubert Matos, companheiro de Fidel na guerrilha, perguntou a este quando seria estabelecida a participação dos operários nos lucros das empresas, o comandante respondeu magnânimo: “No, Hubert, eso no lo podemos hacer, porque si propiciamos que los trabajadores tengan independência econômica, de ahi a la independência política no hay más que um paso. No podemos!”

O excelente ensaio “Experiência Fatal – 80 anos de revolução russa”, ensina que “o poder econômico privado é a vacina contra tirania do Estado, assim como o Estado é a garantia contra os abusos do poder econômico”.(5) Portanto, ao manter o povo em situação de humilhante penúria e totalmente dependente da paupérrima economia oficial, Fidel Castro não faz mais do que aplicar parte da fórmula que lhe assegura o poder conquistado em 1959. E, se tolera o mercado negro, os dólares vindos de Miami e os provenientes do turismo, está  a um tempo irrigando o organismo social de modo que este não lhe fuja ao controle e conseguindo dinheiro de verdade para arcar com os pesados custos do totalitário Estado comunista, sempre vigilante e assustador. A maior das aspirações intelectuais humanas deve ser ver as coisas como elas são.  E, como diz Eduardo Gianetti da Fonseca, uma das conquistas centrais da filosofia é o postulado de que nenhuma quantidade de saber sobre o mundo como ele é pode nos permitir, por si só, dar o passo seguinte e fazer afirmações sobre o que deve ser.(6) A tragédia de todas as experiências sociais totalitárias tem sua origem no desconhecimento de um dos pontos desse postulado.

NOTAS

 

(1)  PIPES, Richard. Propriedade e Liberdade. Rio de Janeiro, Record, 2001.

(2)  WAACK, William. Camaradas – Nos arquivos de Moscou – A história secreta da revolução brasileira de 1935. São Paulo, Companhia das Letras, 1993.

(3)  CARVALHO, Olavo. Aristóteles em Nova Perspectiva. Rio de Janeiro, Topbooks, 1996.

(4)  ROLLEMBERG, Denise. O APOIO DE CUBA À LUTA ARMADA NO BRASIL – O TREINAMENTO GUERRILHEIRO. Rio de Janeiro, Mauad, 2001.

(5) CARVALHO, Olavo. O Imbecil Coletivo II. Rio de Janeiro, Topbooks, 1998.

(6) GIANNETTI, Eduardo. Nada é tudo – ética, economia e brasilidade. Rio de Janeiro, Campus, 2000.

***

Revista Época, Edição 326 - 16 de agosto de 2004

21/06/2008 GMT 1

O homicido legalizado em Portugal pelos Partidos da «esquerda» - Só 3% dos abortos são feitos por razões médicas!!!

botabaixo @ 11:05

O Partido Socialista com as suas "muletas" o fossilizado Partido Comunista e o travestido Bloco de Esquerda, sempre a nadar na demagogia, assentes na propaganda aos comportamentos contranaturais e mesmo doentios, com a preocupação política da «prioridade ao que menos interessa». Acabaram por legalizar sob a habitual passividade do Povo, mais um comportamento criminoso neste País já tão degradado, moral e socialmente  nas últimas 3 décadas.

Balanço. Segundo um estudo pedido pela Direcção-Geral de Saúde à Episcience, de 15 de Julho a 31 de Dezembro do ano passado, foram feitas 2687 interrupções da gravidez, das quais apenas 180 resultaram de actos médicos devido a malformações do nascituro ou para evitar morte e lesões na mãe
Só 3% dos abortos são feitos por razões médicas
Apenas 2,86% não foram opção da mulher
Nos primeiros seis meses após a entrada em vigor da actual lei da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) foram feitos 6287 abortos em estabelecimentos autorizados, dos quais 6107 por opção da mulher. Ou seja, só 2,86% resultaram de doença grave ou malformação congénita do bebé, perigo de morte ou lesão grave para a mãe e gravidez resultante de violação, sendo que, neste último, o número é praticamente residual - 12 casos, o que representa apenas 0,2%.

Estes são dados de um estudo da Direcção-Geral de Saúde (DGS), a que o DN teve acesso. No entanto, os cerca de 3% indicados como sendo praticados como acto médico para proteger a vida da grávida ou por malformação do feto é considerado "subestimado" por alguns especialistas. "Este número tem maior peso no resto da Europa", disse ao DN o director do Serviço de Obstetrícia e Pediatria do Hospital de S. João (Porto), Nuno Montenegro. "A explicação pode estar na falta de registo online por parte dos hospitais", afirmou.

Segundo o estudo, no total, cerca de 69,46% das intervenções para por fim à gravidez ocorreram em hospitais públicos e 30,54% em privados. O documento revela ainda que desde 15 de Julho até 31 de Dezembro de 2007, das 6107 mulheres que abortaram a pedido, 70% estavam entre a sétima e a nona semana de gestação.

A região de Lisboa e Vale do Tejo registou o maior número de intervenções para por fim a uma gravidez indesejada, com 57,5%, ou seja 3614 abortos. Segue-se, de longe, a região Norte, com 1224, o que representa 19,5% do total. Em terceiro lugar surge a região Centro, com 14,3%, seguida do Algarve e Alentejo com 5,7 e 2,3%, respectivamente. Nos Açores foram feitos 44 abortos (0,7% do total nacional), enquanto na Madeira não houve qualquer registo.

Por idades, foram as mulheres entre os 30 e os 34 anos que mais recorreram ao aborto a pedido, (22,4%), seguidas pelas da faixa entre os 25 e os 29 anos (22,1%) e da dos 20 aos 24 anos (21,2%). O estudo revela também que naquele período foram feitos 634 abortos em jovens com idades entre os 15 e os 19 anos (10,1%) e 28 em raparigas com menos de 15 anos, o que representa 0,4% das interrupções por opção da mãe.

A maioria das mulheres recorreu à IVG por iniciativa própria, excepto nos Açores, em que o encaminhamento mais referido (54,5%) foi feito pelo hospital público e no Alentejo em que foi feito pelo Centro de Saúde (68%). De salientar que nesta região a maioria das mulheres que abortaram - ao contrário do resto do País - vive maritalmente (68,7%), sendo que 40,8% são casadas.

Quanto ao nível de instrução, o mais referido foi o ensino secundário, excepto no Alentejo, onde o mais representativo é o ensino básico, com 32,7%. Já a percentagem de desempregadas e estudantes não varia muito de região para região: uma média de 15% para ambas as categorias.|

Talvez os Portugueses acordem de vez contra os actuais ataques ao senso-comum em favor de lóbis invertidos e interesses económicos!!!

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